Instalamos alarmes para casas, comércios, empresas e condomínios com projeto sob medida, sensores corretos, proteção por setores e acesso pelo celular. A SecSystem avalia o imóvel, define a estratégia de cobertura e entrega um sistema pensado para reduzir falhas e aumentar a resposta em caso de invasão.
A maior parte dos sistemas de alarme que falham — com disparos falsos, áreas descobertas ou notificações que não chegam — não falharam por problema de equipamento. Falharam porque foram mal dimensionados.
Não basta instalar uma central; o projeto precisa combinar sensores de abertura, presença e rotinas reais do ambiente. A SecSystem avalia os acessos, a circulação, a presença de animais e a vulnerabilidade de cada área antes de definir uma única peça do sistema.
Usar o sensor errado no lugar errado gera disparo falso ou área desprotegida. A diferença entre eles não é só técnica — é funcional:
Detecta movimento humano em ambientes internos. É instalado em pontos estratégicos onde o invasor necessariamente passa: corredores, recepções, áreas de estoque. O ângulo de detecção, a altura de instalação e a distância de alcance são definidos no projeto para garantir cobertura sem falhas.
É um sensor de presença com lógica de imunidade a pequenos animais dentro da faixa suportada pelo equipamento. Ele ajuda bastante em casas e empresas com circulação de pets, desde que o porte do animal, a posição do sensor e a sensibilidade estejam compatíveis com o ambiente.
O sensor PET não é imune a qualquer animal em qualquer condição. Ele reduz significativamente disparos indevidos quando instalado corretamente e no ambiente adequado. A posição e a calibração fazem diferença.
Instalado em portas, janelas e portões. Monitora abertura e fechamento. A grande vantagem: o disparo ocorre na violação do acesso, sem esperar circulação dentro do ambiente. É a primeira camada de proteção e funciona mesmo com tentativa de entrada lenta ou silenciosa.
Resumo prático:
Sensores de presença protegem circulação. Sensores de abertura protegem acessos. Sensores PET ajudam a reduzir disparos indevidos em locais com pequenos animais. O projeto correto combina esses elementos conforme a rotina e a vulnerabilidade do ambiente.
Quem procura alarme para casa normalmente quer proteger acessos, garagem, corredor, quintal e áreas de circulação, com operação simples pelo celular. Já em comércios e empresas, entram variáveis como setores independentes, múltiplos usuários, horários diferentes de arme e áreas críticas como estoque, caixa, recepção e financeiro.
Projetos residenciais costumam priorizar portas, janelas, garagem, corredor e quintal, combinando sensores de abertura, presença e PET conforme a rotina da casa. O foco aqui é proteção confiável com operação simples para a família.
Projetos comerciais e corporativos exigem mais controle operacional: setores independentes, múltiplos usuários, histórico de eventos, proteção de estoque e caixa, além de comunicação redundante para manter o sistema avisando mesmo em cenários de falha.
Na visita técnica, avaliamos o imóvel, a rotina, os acessos e o nível de risco para indicar a configuração, os sensores e a estratégia de proteção corretos.
Solicitar Avaliação GratuitaEsse é um dos recursos mais interessantes para imóveis que precisam de uma camada extra de proteção no perímetro.
Em projetos compatíveis, o alarme pode integrar com câmeras e gravadores com inteligência perimetral, usando Linha Virtual e Cerca Virtual com filtro de pessoas e veículos. Assim, a câmera pode gerar um evento de alarme quando detecta uma condição configurada na cena.
A câmera detecta, por exemplo, uma pessoa cruzando uma Linha Virtual no muro externo. Essa detecção gera um evento na central de alarme como se fosse um sensor convencional. A central então dispara sirene, envia notificação para o app e registra o evento.
Importante: nessa integração, o alarme recebe o evento de disparo quando a câmera detecta a condição definida. A lógica melhora a resposta, mas o desenho do projeto continua sendo o que determina o resultado.
Ambos dependem de câmera ou gravador compatível com IA e filtro de pessoa/veículo. Quando combinados com a central de alarme, ampliam a proteção perimetral sem depender apenas de sensores físicos.
Sensor no lugar errado é sensor que falha. Sensores IVP precisam cobrir a zona correta sem "enxergar" fontes de calor ou correntes de ar. Sensores magnéticos exigem alinhamento entre as peças. Sensores PET precisam de posição e sensibilidade calibradas para funcionar com o animal real do ambiente.
Em comércios e empresas, é comum precisar armar apenas uma parte do sistema. Por isso, configuramos setores independentes para que cada área tenha seu próprio controle de arme e desarme, com usuários e horários distintos.
Um alarme que não comunica é um alarme mudo. Quando o projeto pede, configuramos comunicação por internet + chip para aumentar a chance de o aviso chegar mesmo que uma das vias falhe.
Todas as centrais que instalamos incluem bateria selada de backup. Em caso de queda de energia, o sistema continua operando — incluindo sensores, sirene e comunicação.
Nos sensores sem fio, a autonomia de bateria varia conforme o modelo e o uso. Em todos os casos, a duração real depende do número de acionamentos, do clima e da configuração, por isso o acompanhamento técnico faz diferença ao longo do tempo.
Proteção fora do horário comercial. Sensores de abertura em portas e vitrines, IVP no estoque. Arme automatizado e notificação direta para o proprietário.
Partições por departamento: recepção, financeiro, CPD. Múltiplos usuários com senhas individuais e rastreabilidade de eventos por setor.
Proteção perimetral com barreiras infravermelhas e integração com CFTV. Cerca Virtual e Linha Virtual para detecção de invasão nos muros.
Cobertura perimetral ampla com setores independentes, sensores em docas e portões e integração com câmeras para resposta coordenada.
Depende do tamanho do imóvel, da rotina de uso, da quantidade de acessos e da necessidade de setores independentes. Em casas, o foco costuma ser portas, janelas, garagem e áreas de circulação. Em comércios e empresas, entram estoque, recepção, financeiro, acessos secundários e horários de arme por setor.
Disparos falsos ocorrem em sistemas mal dimensionados. Usamos sensores calibrados para cada área, incluindo PET para locais com animais. Projeto correto reduz drasticamente os falsos alarmes.
Não. O sensor PET ajuda a reduzir disparos causados por pequenos animais dentro da faixa suportada pelo equipamento. A eficácia depende do porte do animal, do comportamento e da posição do sensor.
Presença detecta movimento (protege circulação). PET é presença com imunidade a pequenos animais. Abertura monitora portas/janelas (protege acessos). O projeto combina os três conforme cada ambiente.
Sim. Bateria selada de backup na central. O sistema continua operando — sensores, sirene e comunicação com o app.
Sim. Em projetos compatíveis, o alarme pode integrar com câmeras usando Linha Virtual e Cerca Virtual. A câmera gera um evento no sistema como se fosse um sensor adicional. Veja o serviço de câmeras →
Sim. O sistema pode ser configurado para armar, desarmar, dividir setores e enviar notificações pelo celular. A comunicação pode usar internet e, quando necessário, redundância por chip.
Sim. Equipe própria com base em Americana, sem taxa de deslocamento: Campinas, Santa Bárbara d'Oeste, Nova Odessa, Limeira, Piracicaba, Jaguariúna, Valinhos e Pedreira.
Equipe própria com base em Americana. Atendemos toda a região sem taxa de deslocamento.
A SecSystem mapeia os pontos de risco, combina sensores de presença, abertura e PET conforme a rotina do ambiente e entrega um sistema pensado para residências, comércios, empresas e condomínios.